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O velho ditado diz que o ano só começa depois do Carnaval. E talvez comece após essa data mesmo. Parece que foi ontem que os prefeitos e vereadores que ocupam o atual mandato tomaram posse. Já estamos no fim da jornada. No que se referem aos prefeitos, os que vão à busca da reeleição deverão ser os candidatos do grupo, mas mesmo assim terão que passar pelas convenções e mais do que isso: buscar consenso, já que em três anos, muita água rolou (e ainda vai rolar) por debaixo da ponte. nessas horas, A situação política em Guamaré, segue quieta ater o decorrer das convenções. Sei que é tempo de articular os nomes dos grupos políticos que estão se formando, sejam estes oposição ou situação. A política municipal historicamente é recheada de nuances de mistérios e surpresas. O que dizer quando surgir,  Nomes que são esquecidos e podem voltar ao centro das atenções, assim como outros que despontam, podem perder força com o decorrer do tempo. Em política a coisa acontece bem assim mesmo… Infelizmente para muitos a política é o jogo do poder pelo poder  As jogadas, que são feitas para desarticular “A” ou “B” fazem parte da cultura da classe e via de regra. Enquanto isso vale lembrar que o jogo já ta acabando. Estamos no intervalo e logo logo começará o segundo tempo deste emocionante jogo chamado política. Alguns jogadores já estão se auto-escalando para a partida principal em 2016, mas sem quaisquer chances. Outros, donos da bola, já estão à beira do campo esperando uma pequena brecha para entrar. Fato é que o técnico deste time é o eleitor. Uma pré-seleção já circula por aí, mas como se sabe, muitos poderão se contundir e dar lugar a outro jogador (a história está repleta de casos assim). Que comece o jogo. Poderão aparecer grandes surpresas em relação a sucessão municipal deste ano em Guamaré. As peças do tabuleiro do xadrez estão sendo montadas. Aguardem o carnaval passar.
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, afirmou nesta sexta-feira (20) em Curitiba, durante a inauguração do programa Câmara Itinerante, que a reforma política deverá ser votada pelo Plenário da Câmara até o fim de maio.
A reforma política é um dos principais temas em discussão no Câmara Itinerante, programa que pretende levar deputados federais a diversas cidades do País para participar de debates com a população. Além da reforma política, os debates deverão se concentrar também em torno da revisão do pacto federativo – conjunto de regras que definem a partilha de receitas e obrigações entre os entes federados (União, estados, municípios e Distrito Federal).
“Vamos abrir os debates, fazer essa ampla discussão com a sociedade e permitir a participação de todos. Mas se a comissão especial não conseguir finalizar um texto no prazo regimental, eu vou trazer o assunto diretamente para o Plenário”, disse Cunha. “E então faremos uma semana inteira de sessões para votar exclusivamente a Reforma Política”, adiantou.
Em reposta ao anúncio de Cunha, o relator da recém-criada comissão especial da reforma política (PECs 344/13, 352/13 e outras) na Câmara, o deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), assumiu o compromisso de votar um texto consensual na comissão dentro do prazo. “Nós vamos fazer essa discussão na comissão e queremos levar uma proposta pronta para o Plenário até maio”. Ele ressaltou que este é momento de se fazer a reforma. “Se não fizermos agora, não faremos nunca mais.”
http://www.camara.gov.br/internet/deputado/depnovos_foto.asp?id=105167&nomeParlamentar=ALUIZIOALVES

Aluízio Alves

 O Cigano Feiticeiro

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Conheça a História deste Homem
Deputado federal  Rio Grande do Norte
Período 1946-1961, 1967-1969, 1991-1995
Governador  Rio Grande do Norte
Período 1961-1966
Antecessor(a) Dinarte Mariz
Sucessor(a) Walfredo Gurgel
Ministro da Administração  Brasil
Período 1986-1989
Ministro da Integração Regional  Brasil
Período 1994-1995
Vida
Nascimento 11 de agosto de 1921 Angicos, RN
Morte 6 de maio de 2006 (84 anos)

Cônjuge Ivone Lira Alves
Partido UDN, PSD, ARENA, PP, PMDB
Profissão jornalista, advogado    
Aluízio Alves   foi um jornalista, advogado e político brasileiro natural do Rio Grande do Norte, estado do qual foi governador entre 1961 e 1966 sendo depois cassado pelo Ato Institucional Número Cinco em 1969. É o decano do clã dos Alves, contraparte política da família Maia num embate que há anos domina a cena política potiguar, em especial a partir dos anos oitenta do Século XX.

Antes e depois da política

Filho de Manuel Alves Filho e Maria Fernandes Alves. Advogado com Bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de Maceió com especialização em Serviço Social, voltou-se às atividades jornalísticas após a graduação: primeiro como funcionário dos jornais A Razão e A República, ambos em Natal tendo se dirigido em 1949 ao Rio de Janeiro onde foi redator-chefe da Tribuna da Imprensa, que pertencia a Carlos Lacerda. De volta ao seu estado natal no ano seguinte, fundou e dirigiu a Tribuna do Norte. Ainda no ramo de comunicação foi diretor da Rádio Cabugi, da TV Cabugi e da Rádio Difusora de Mossoró. Antes foi Oficial de Gabinete da Interventoria potiguar chefe do Serviço Estadual de Reeducação e Assistência Social (SERAS) e diretor estadual da Legião Brasileira de Assistência.
Sua vocação política surgiu em consequência das suas atividades profissionais e a estréia se deu sob as bênçãos de José Augusto Bezerra de Medeiros e Dinarte Mariz, líder-mor da UDN potiguar e assim Aluísio Alves foi eleito deputado federal em 1945 e participou da Assembleia Nacional Constituinte que promulgaria a nova Constituição em 18 de setembro de 1946. Reeleito em 1950, 1954 e 1958, chegou aos postos de secretário-geral da UDN e vice-líder da bancada. Figura de proa na eleição de Mariz para o governo do estado em 1955, rompeu com seu aliado em face de um episódio onde o governador recém-eleito ignorou uma série de ações de governo que foram reunidas por Aluísio Alves num extenso documento. Irritado, afastou-se politicamente de seu mentor e ingressou no PSD e foi eleito governador em 1960 para o desgosto de Dinarte Mariz. A animosidade entre os dois líderes tornou-se cada dia mais férrea e com o advento do Regime Militar de 1964 foi Mariz quem retomou o comando da cena política, o que não impediu, contudo, o ingresso de Aluísio Alves na ARENA e a conquista de seu quinto mandato de deputado federal em 1966 após Mariz vetar sua candidatura a senador. No ano anterior Aluísio Alves derrotara o grupo de Dinarte Mariz ao eleger o monsenhor Valfredo Gurgel para governador.
Veio então o revés: em 7 de fevereiro de 1969 teve seu mandato cassado pelo AI-5 sob a acusação de corrupção sendo indiciado em um processo que foi arquivado em fevereiro de 1973. Mesmo sem poder atuar diretamente na política usou sua experiência e se manteve influente ao levar seus correligionários para o MDB em 1970 e ademais sua condição de empresário permitiu que mantivesse boas relações com os arenistas, à exceção de Dinarte Mariz. Executivo da União das Empresas Brasileiras, expandiu suas atividades para além da área de comunicação e tão logo foi restaurado o pluripartidarismo ingressou no PP e a seguir no PMDB sendo derrotado na disputa pelo governo do Rio Grande do Norte em 1982 por José Agripino Maia do PDS.
Entusiasta da candidatura vitoriosa de Tancredo Neves à Presidência da República foi indicado Ministro da Administração pelo presidente eleito sendo confirmado no cargo por José Sarney e permaneceu à frente desse ministério entre 15 de março de 1985 e 15 de fevereiro de 1989 e durante a sua gestão foi criada a Escola Nacional de Administração Pública (ENAP). Em 1990 foi eleito para o sexto mandato de deputado federal, cargo do qual esteve licenciado durante o governo Itamar Franco quando foi Ministro da Integração Regional entre 8 de abril de 1994 e 1º de janeiro de 1995. Como Ministro da Integração, Aluísio retomou o projeto de transposição do Rio São Francisco. Aluísio Alves faleceu em Natal, em 2006 vítima de isquemia cerebral.
Pai do deputado federal Henrique Eduardo Alves

Luciano Huck conversando com o presidenciável Flávio Rocha

O partido Novo teve seu registro de fundação aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2015 e surgiu na cena política com o discurso de ser um “partido político sem políticos”, composto por pessoas “sem experiência na política”, que entre si compartilham o “descontentamento generalizado com a política partidária nacional”.

O “dono” do partido é o banqueiro João Dionísio Amoêdo, que além de presidente da legenda é também presidente do Citibank, tendo ocupado a presidência do Itaú BBA e do Unibanco. Ao lado do banqueiro, assinam a fundação do Partido Novo Marcelo Lessa Brandão, executivo do grupo que controla as redes de fast food Bob’s, Pizza Hut, McDonald’s e KFC ; João Antonio Lian, presidente do Conselho de Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) – e Fábio Luis Ribeiro, figura de destaque do setor financeiro, onde atua como gestor de fundo de investimentos.

Entre os amigos idealizadores do partido estão o ex-ministro da Fazenda Edmar Bacha e o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, ambos homens fortes do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Com nomes como esses em sua cúpula, o partido Novo promete “renovar a política”, e já anunciou que vai lançar em breve, como pré-candidato à Presidência da República em 2018, o dono da rede de lojas Riachuelo, Flávio Rocha.

Em entrevista, João Amoêdo deu o tom das qualificações que o partido vê em seu candidato para lança-lo na corrida presidencial:
“Flávio Rocha é uma pessoa alinhada com os princípios do Novo e um bom gestor”. O empresário Flávio Rocha,
foi deputado federal em 1986 pelo PFL (atual DEM). Tão logo foi eleito, transferiu-se para o PL. Foi reeleito em 1990, mas então já estava no PRN, para onde foi após ser convidado por Fernando Collor. De volta ao PL, foi candidato à Presidência da República em 1994 – quando sua principal bandeira foi a criação do chamado Imposto Único, que substituiria todos os demais.

Mas deixou a competição antes das eleições. Recentemente, Flávio Rocha apareceu em uma reportagem da revista Carta Capital, desta vez como empresário, queixoso da política econômica e “um dos porta-vozes do empresariado nacional a defender o impeachment” de Dilma Rousseff.
Às vésperas da posse dos eleitos, no último pleito de 02 de outubro, nossa cidade e nosso povo vive um quadro de insegurança política que precisa ser colocado na agenda. Vivemos uma insegurança do quadro eleitoral causada diretamente pela disputa eleitoral.

A decisão do ministro Herman Beijamim do supremo tribunal eleitoral colocou nossa cidade numa situação política vivida pela primeira vez, há 64 anos de sua emancipação. Isso nunca aconteceu em nossa terra.

Há pouco mais de dez anos nosso povo sofreu com uma desertabilidade política com um entra e sai de prefeitos, e agora pela primeira vez na na história, nossa cidade entra o ano sem nenhuma perspectiva política e novamente terá dois prefeitos: um temporariamente eleito e afastado e outro interinamente empossado.

Essa situação provisória cria dúvidas sobre possíveis limites para a atuação de um gestor. O presidente que será prefeito em exercício pode sancionar leis? Pode trocar secretários? E mudar políticas econômicas? Além disso: políticos, empresários e integrantes de movimentos sociais e a própria população vão confiar nas decisões de um presidente prefeito com um mandato temporário?

Juristas apostam que a posse do prefeito eleito poderá acontecer dentro do previsto, mas com a posse dos eleitos se encerra a disputa política? Ela ainda precisa ser julgada pelos tribunais. Em quanto isso não acontece, o presidente que for eleito dia 1º de Janeiro de 2017 tem todos os poderes de um prefeito, enquanto Hélio Willamy vai ficar a espera de julgamento.

As aflições quanto ao cenário de insegurança vividos por toda a população continuam, gerando problemas e insatisfação, no entanto, essas adversidades servem para unirmos forças que garantam respostas imediatas da justiça a população.
Claudionor Vieira de Melo, (seu nór) uma reserva moral em nossa cidade Neste momento em que vive a política brasileira, parecendo que não sobrará pedra sobre pedra. neste Homem nós temos um exemplo de honestidade, humildade e espírito público. Trato do ex-vereador por cinco Legislatura, ex-presidente da Câmara Municipal, Seu Nór, como é conhecido.
Após 5 mandatos de vereador....Ninguém nunca viu seu Nór, usufruindo dos cargos que ocupou. Pelo contrário, sempre a disposição de servir ao próximo. Hoje, aposentado, ainda mantém o mesmo espírito militante político na construção de uma sociedade mais justa. É preciso enaltecer esta relíquia da política local e regional.

Digo, que muitos outros homens públicos também se doaram na sua vida pelo bem comum, aqui neste espaço sempre iremos valorizar a dignidade, a honestidade, a ética e o espírito público. CLAUDIONÓR você é um esteio da dignidade política de Guamaré, na construção do bem comum. é tanto que transferiu a sua cadeira de parlamentar para o seu filho o advogado Dr. Edinor de Albuquerque Melo.
O vereador , Edinor, abdicou a cadeira de seu pai e está no seu primeiro mandato e foi reeleito pelo (PMDB), e tem demonstrado desde do inicio de sua carreira política que é um cidadão de princípios e se orgulha muito do seu pai, como pessoa e como político. Claudionor, pai de Edinor, é um orgulho de homem sério e honesto, nunca praticou nada que desabonasse sua conduta moral ilibada como político ou cidadão.

Para Edinor e para o povo de Guamaré, Claudionor, é um político que todos têm com exemplo de homem integro e honesto. Não existe mancha na vida politica do seu pai, e Edinor que herdou o gosto pela política e o caráter, segue o exemplo da vida íntegra dele, como pai e homem público para as novas gerações de gestores.
Claudionor nunca foi acusado ou processado de meter a mão no dinheiro público e isso deixa o vereador e toda sua família orgulhosos de seguir o exemplo de vida do pai, como genitor e como político de quem todos se orgulham.
O blog vai aqui registrar o encontro que tive neste final de semana com um vereador do município de Jardim de Angicos. Durante um jantar agradável onde houve uma roda de conversas, entre uma partida e outra de sinuca, sucedia um bom bate-papo e o cardápio não poderia ser outro: política.
Durante a roda de conversas tivemos também a oportunidade de conhecer diversas experiências parlamentares associativas, participativas, dentre outras questões referente a política.

O professor, Presidente do Sindicato Rural e  político de Jardim de Angicos, vereador Diaco (PMDB) já analisa diversos aspectos da cena atual. O Parlamentar de 4 mandatos tem opiniões parecidas com as minhas, principalmente com relação ao futuro político da cidade de Guamaré. Ele conhece pouco nossa cidade mas acrescentou que sobre política entende bem, já que é detetor de quatro mandatos. Diaco falou que as eleições de 2016 se aproximam a galope e o edil acredita que o povo já deu sinais claros nas últimas eleições com relação a minha pessoa, mostrando que querem mudanças e moralidade na política Guamaréense. "Eu fui eleito, Barreto, com 124 votos e sou parlamentar em Jardim de Angicos, uma cidade bem menor que Guamaré. Você teve 200 votos e ainda não carimbou seu passaporte para a Câmara... Mas espere um pouco que já já você vai plastificar o seu diploma!" Ponderou.

Ele relatou que o que está no ar é a necessidade de mudança e de novos nomes para mexer com a cena e fazer diferente. O importante é ter paciência e esperar a hora certa.
Agradeço ao parlamentar pela companhia e pela credibilidade que fortaleceu minha alto estima. Muito obrigado por ter mantido acessa as chamas para que eu possa continuar lutando.

Obrigado amigo Diaco e deixo o meus votos de agradecimentos por este veículo democrático que a cada dia conquista novos leitores e alcança novos horizontes.
Claudionor Vieira de Melo, (nór) uma reserva moral em nossa cidade Neste momento em que vive a política brasileira, parecendo que não sobrará pedra sobre pedra. nós temos um exemplo de honestidade, humildade e espírito público. Trato do ex-vereador por cinco Legislatura, ex-presidente da Câmara Municipal, Seu Nór, como é conhecido. Após 5 mandatos de vereador....
Ninguém nunca viu seu Nór, usufruindo dos cargos que ocupou. Pelo contrário, sempre a disposição de servir ao próximo. Hoje, aposentado, ainda mantém o mesmo espírito militante político na construção de uma sociedade mais justa. É preciso enaltecer esta relíquia da política local e regional. Digo, que muitos outros homens públicos também se doaram na sua vida pelo bem comum, aqui neste espaço sempre iremos valorizar a dignidade, a honestidade, a ética e o espírito público. CLAUDIONÓR você é um esteio da dignidade política de Guamaré, na construção do bem comum. é tanto que transferiu a sua cadeira de parlamentar para o seu filho o advogado Edinor de Albuquerque Melo.


O vereador , Edinor, abdicou a cadeira de seu pai e está no seu primeiro mandato pelo (PMDB), e tem demonstrado desde do inicio de sua carreira política que é um cidadão de princípios e se orgulha muito do seu pai, como pessoa e como político. Claudionor, pai de Edinor, é um orgulho de homem sério e honesto, nunca praticou nada que desabonasse sua conduta moral ilibada como político ou cidadão. Para Edinor e para o povo de Guamaré, Claudionor, é um político que todos têm com exemplo de homem integro e honesto. Não existe mancha na vida politica do seu pai e Edinor que herdou o gosto pela política e o caráter, segue o exemplo da vida íntegra dele, como pai e homem público para as novas gerações de gestores. Claudionor nunca foi acusado ou processado de meter a mão no dinheiro público e isso deixa o vereador e toda sua família orgulhosos de seguir o exemplo de vida do pai, como genitor e como político de quem todos se orgulham.
“Sou um milagre da ciência. Hoje tenho apenas metade de mim. A outra metade os médicos já retiraram. Mas fiz um pacto com o Senhor Deus. Mesmo querendo ficar mais um pouco, apreciar suas belezas, curtir suas virtudes, serei o último a sair e a apagar a luz”. Era assim, de forma bem humorada, que o jornalista Agnelo Alves gostava de celebrar a maior de todas as suas paixões: a vida. “Eu amo viver” foi a frase escolhida por ele para realçar o perfil de sua conta no WhatsApp, aberta no dia 18 de junho de 2014, provavelmente por algum assessor, uma vez que ele, mesmo tendo acesso às mais modernas tecnologias da comunicação, em casa e no trabalho, ainda preferia escrever na velha máquina de datilografia que adorna seu apartamento, na praia de Areia Preta. Nascido em Ceará-Mirim no dia 16 de julho de 1932, ano em que foi instituído o voto feminino, Agnelo cresceu respirando política. O pai era prefeito de Angicos quando ele nasceu; o irmão Aluízio Alves foi deputado constituinte em 1946 e fez carreira política no Rio Grande do Norte, sendo eleito governador em 1960. Agnelo seguiu os passos do irmão. Foi prefeito de Natal, cassado pela ditadura militar, elegeu-se duas vezes prefeito de Parnamirim, suplente de Senador e por duas legislaturas foi uma das vozes atuantes na Assembleia Legislativa do RN. De saúde frágil, raquítico, mas com uma inteligência privilegiada, o menino Agnelo foi obrigado a abandonar os estudos no Colégio Marista. E de uma forma dolorosa para qualquer adolescente. Numa entrevista para a revista Palumbo, ele contou como foi: “Logo no primeiro ano de Marista fui acometido de tuberculose. Fiquei nove anos afastado de qualquer aglomeração. Não podia estudar em nenhum colégio. Naquela época, a tuberculose era uma sentença de morte. Mas eu sobrevivi”. Passou quase dois anos respirando os ares de montanha de Belo Horizonte, para onde foi enviado a pedido do médico que o tratava. Em 1955, aos 23 anos de idade, conheceu a estagiária de serviço social, Celina Aparecida Nunes, com quem se casou numa cerimônia simples na Capela Santa Mônica, no Leblon, Rio de Janeiro,cidade onde nasceram dois de seus três filhos – Agnelo Filho e Carlos Eduardo. Foi repórter político na Tribuna da Imprensa, trabalhou no Jornal do Brasil e no Diário Carioca. Depois de anos morando numa “república” no Rio de Janeiro, foi indicado por José Aparecido de Oliveira para atuar na assessoria de imprensa do presidente Jânio Quadros, juntamente com um amigo da pauta política que também estava de mudança para Brasília: o jornalista Carlos Castelo Branco. De volta a Natal, engajou-se nas lutas políticas e no dia a dia do jornal – a Tribuna do Norte -, fundado pelo irmão Aluízio Alves, a exemplo do que fizera Carlos Lacerda no Rio de Janeiro, para fortalecer a luta democrática. Sócio da empresa, Agnelo sempre disse que no jornalismo nunca almejou ser mais do que “um repórter”. Tanto que, durante anos, o título de uma das colunas semanais que assinou na TN foi “Agnelo Alves, o repórter”. Detentor de uma linguagem clara, estilo acurado e irreverente, Agnelo exercitou no jornalismo a arte das entrevistas, da análise política e do texto curto. Criou e imortalizou, durante as décadas de 1970 e 1980, a figura do “Neco”, personagem que assinava as “Cartas ao Humano”, textos de crítica de costumes, política e social com os quais exponha suas análises, ideais e também desnudava a hipocrisia e o autoritarismo da ditadura militar e dos governos estaduais nomeados por ela, driblando a censura e a truculência do regime de exceção vigente no Brasil. Ao ser entrevistado para a edição especial do 65º aniversário de fundação da Tribuna do Norte, em março deste ano, Agnelo lembrou, emocionado, a motivação inicial para o jornalismo político. “Carlos Lacerda tinha a Tribuna de Imprensa no Rio de Janeiro e convidou Aluízio Alves para ser redator-chefe. Certo dia ele perguntou a Aluízio por que nós não fundávamos um jornal no Rio Grande do Norte. Fizemos uma sondagem junto a algumas pessoas. Consultamos Aristófanes Fernandes e envolvemos a UDN. Aí entraram, além de Aristófanes, Dinarte Mariz, José Xavier da Cunha, Jocelin Villar e vários outros que não quiseram aparecer, mas ajudaram.” E acrescentou: “Se fosse fazer um artigo sobre a Tribuna do Norte eu diria: A Tribuna e eu fazemos hoje 65 anos de vida, de luta, de resistência. Valeu a pena”.
Acreditem se quiser, depois de todos os constrangimentos que passou em 2014, por causa do “acordão” feito pelo DEM(José Agripino), e pelo PMDB(Henrique Alves), a ex-governadora Rosalba Ciarlini e seu marido, Carlos Augusto Rosado foram vistos quarta(10) e quinta(11), andando nos gabinetes e se reunindo com os mesmo em Brasilia. Vejam o que escreveu o ex-deputado, Ney Lopes de Souza, que saiu do DEM por causa do rompimento de Rosalba com Agripino. Segue: “A última informação, acerca dos rumos futuros da política local, é a reaproximação da ex-governadora Rosalba Ciarlini e o seu esposo deputado Carlos Augusto Rosado, com os senadores José Agripino, Garibaldi Alves e o ministro Henrique Alves. Diz-se, com segurança, que já existiram encontros e conversas pessoais entre esses personagens da política potiguar. Os elos da reaproximação seriam interesses comuns, inclusive em relação a fatos passados, cujo melhor caminho é não aprofundar diferenças, ou aprofundar desavenças. A cautela imporia tais comportamentos. Outro elo é o natural instinto de sobrevivência política da ex-governadora Rosalba Ciarlini, que ainda não definiu no TSE se é elegível, ou não. A ação que finalizará essa “novela” está pendente de julgamento na corte eleitoral. Os fatos jurídicos são amplamente favoráveis à Rosalba. Entretanto, e com alguma razão, Rosalba teme as tradicionais ingerências políticas em Brasília, de parte dos que detêm mandatos eletivos, que poderão prejudicá-la. Em razão disso, Rosalba e Carlos Augusto procuraram os Alves e os Maias, hegemônicos na política local, e juraram com a mão na Bíblia, que a ex-governadora não disputará o Senado em 2018. O projeto de Rosalba seria prefeitura de Mossoró e nada mais. O temor de Agripino e Garibaldi é ter concorrentes de peso em 2018. Eles desejam disputar a reeleição para o senado e em cenário de calmaria, sem nomes de peso, conhecidos na cena potiguar. Rosalba poderia ser uma ameaça. Para cortar o mal pela raiz e ter a certeza de que os Alves e Maia não atuarão junto a justiça eleitoral para cassá-la, mais uma vez, Rosalba tem conversado com José Agripino, Henrique e Garibaldi Alves. Nada se sabe de diálogo com o governador Robinson Faria. Assim vai, sem surpresas considerando o passado, a política do Rio Grande do Norte.”


A rainha está politicamente nua. Coube ao PMDB puxar os últimos véus que disfarçavam essa nudez política de Dilma Rousseff. Tudo sucedeu no curto intervalo de 24 horas. Bastaram três atos.

Primeiro ato: Depois de passar semanas refugando os conselhos de Lula para que injetasse PMDB na coordenação política do seu governo, Dilma dobrou os joelhos. Sondou o peemedebista Eliseu Padilha sobre a hipótese de trocar o Ministério da Aviação Civil, onde se encontra, pela pasta das Relações Institucionais, que faz a ponte do Planalto com o Congresso. Espanto! Dilma, sempre tão autossuficiente, enxergou o PMDB.

Segundo ato: os caciques do PMDB informaram a Eliseu Padilha que ele não os representaria na coordenação política do governo. Renan Calheiros e Eduardo Cunha, dois espinhos nos sapatos de Dilma, esclareceram que continuariam espetando o governo. Sem suporte, Padilha refugou a oferta de Dilma. Estupefação! O PMDB recusando ministério e como macaco enjeitando banana.

Terceiro ato: Dilma insistiu para que o peemedebista Padilha assumisse a coordenação política. Em vão. Foi como se o rabo balançasse o cachorro. A essa altura, o antigo titular do posto, o petista Pepe Vargas, não havia sido apenas fritado. Virara carvão. Consumado o desnudamento político de Dilma, improvisou-se um tecido precário para recobrir suas debilidades. Informou-se que o vice-presidente Michel Temer, até ontem desprezado, fará as vezes de coordenadorpolítico. O único problema é que Dilma vestiu-se com um tecido que é completamente invisível para Renan e Cunha. Assombro! por edvan Barreto..
A Política de Portas Abertas! Esta prática nada mais nada menos. é o que vem  proporcionar abertura para que o povo venha conversar, trocar ideias, está sempre perto e aberto para o dialogo. A Política de Portas Abertas é contemplada no Processo eleitoral  de Manter, Pessoas que pode ter seu nome modificado para ser um legitimo representante do povo.  Portas Abertas é o importante para que o nosso objetivo é o mesmo, criar um ambiente de transparência e organização, essa pratica acaba deixando o povo mais seguro e integrado à política local, que por sua vez irá retribuir e contribuir com produtividades para o nosso futuro e o desenvolvimento eleitoral. O dialogo é sempre bom. fazer política de portas aberta sempre é um bom caminho para o entendimento social.
Com o titulo “Não existe meia verdade”, a psicóloga Lídia Guedes publicou um texto no Facebook nesta quarta-feira, 13 de dezembro, anunciando sua saída, pela ‘porta da frente’, do Partido Solidariedade, legenda que preside no município do Encanto, na região do Alto Oeste do RN, e pela qual disputou o cargo de vice-prefeita em 2016. Na postagem, Lídia Guedes escreveu que o motivo principal do desembarque da sigla é que o Solidariedade, igual a outros partidos, possui um dono, que é o deputado estadual Kelps Lima, que tem um projeto pessoal e ambicioso de poder. Ela lembrou da expulsão da empresária Priscila Müller. "Foi pelo whatsapp, estranho isso".

“Priscila foi expulsa do partido de forma agressiva e equivocada, surpreendendo, assim, os membros de todo o estado. Essa expulsão se deu via Whatsapp, de forma diferente de como o convite foi feito”, declarou Lídia, acrescentando que “não existe meia verdade ou meia ação. Fazer o bem não advém de partidos, e sim de pessoas”.

VEJA NA ÍNTEGRA
“Injustiça e ingratidão são manifestações da vida pública que me revoltam. Sou transparente e correta. Sou justa nas minhas decisões. A vida pública deve ser assim. Em 2016 disputei as eleições municipais na cidade de Encanto, pelo partido solidariedade, porque acreditei ser um partido diferente, justo e verdadeiro. Nosso grupo fez um vereador na cidade e nos mantivemos como oposição local, seguindo assim com coerência, nosso discurso com a prática. Dentro do partido conquistei meu espaço, fiz parte da executiva estadual, fui coordenadora política regional, participei da criação e da coordenação do Projeto Jovens Líderes. Não a toa era citada pelo presidente abertamente, como exemplo, dentro do partido, por ser jovem e mulher galgando espaços na política. Neste ano fui CONVIDADA pelo presidente do partido, o deputado Kelps Lima, para ser pré-candidata a deputada estadual representando o Solidariedade na região do Alto Oeste Potiguar. RECUSEI O CONVITE. A nossa região merece um PROJETO REAL, firme e viável, não somos massa de manobra para servir aos interesses de partidos e seus “apadrinhados”. A vida das pessoas depende da água que não chega, da decisão que lá na frente será mal tomada na assembleia e eu me recuso a fazer parte disso. Em Julho de 2017, o presidente estadual convidou a empresária Priscila Müller para integrar os quadros do partido e ser pré-candidata a deputada estadual. Ao aceitar o convite, participamos de uma reunião dos pré-candidatos. Como em todos os campos da política, uma pequena participação de mulheres. A pedido do partido apresentei à Priscila os caminhos da legenda para que logo ocorresse a sua desenvoltura como pré-candidata. Alguns meses depois, Priscila foi expulsa do partido de forma agressiva e equivocada, surpreendendo, assim, os membros de todo o estado. Essa expulsão se deu via Whatsapp, de forma diferente de como o convite foi feito. Já tinha declarado meu apoio ao projeto #EusoudoRNinteiro, depois de iniciarmos um trabalho por todo RN. Após esse acorrido a minha decisão foi de NÃO aceitar injustiça e comportamentos inadequados para uma legenda na qual acreditei ser diferenciada. Mulheres na política não podem ser uma opção de ocupação de espaços. Tenho convicção que deve ser um espaço real de empoderamento feminino, luta por igualdade de direitos e resistência. Depois de ouvir minha família, amigos e correligionários; tomei MINHA DECISÃO. Saio da legenda partidária pela porta da frente, com transparência, justiça e sinceridade. Deixando a comissão provisória da cidade de Encanto/RN a disposição do partido, não existe meia verdade ou meia ação. Fazer o bem não advém de partidos, e sim de pessoas. A verdade surge. “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é negá-la.”
O governador Robinson Faria começa a partir desta segunda-feira a viver o que pode ser o declínio irreversível de sua gestão, que, a depender do jogo de bastidor em andamento, não chegará a 31 de dezembro de 2018, quando terminaria naturalmente seu mandato.

O Tribunal de Contas do Estado decidiu, por unanimidade, desaprovar as contas de gestão de Robinson Faria. O julgamento está longe de se encaixar apenas na técnica. É questão política.

Foi por uma questão política, transmudada em argumento técnico, que defenestraram Dilma Rousseff do Palácio do Planalto. A partir de agora, o enredo que se desenha é para que ocorra o mesmo no Palácio dos Despachos.

O resultado do TCE tem efeito de parecer, pois caberá à Assembleia Legislativa referendar ou rechaçar o que na Corte foi decidido.

Mas há diferenças. Enquanto para tornar inelegível, impedindo de se disputar uma eleição, é obrigatório que a Assembleia se acompanhe o TCE, para um pedido de impeachment basta o parecer da Corte de Contas. De todo modo, é na Assembleia que se dará a discussão sobre a deposição do governador.

A essa altura, Robinson já identifica as digitais da manobra de quem olha para 2018 e pensa o seguinte: não podemos apoiar Fátima e é inviável apresentar palanque para a reeleição do governo que aí está.

Entrincheirado pelo avanço dos poderes; ensurdecido pela grita dos servidores públicos; desaprovado por uma política de segurança pública que não decolou; encalacrado por uma denúncia no Superior Tribunal de Justiça, Robinson Faria está acuado.

Foi sua posição de quase imobilização que as circunstâncias empurraram para sua sala que permitiu ao TCE assumir o papel dos peões no xadrez político.

No xadrez, os peões sempre vão na frente.

Com reiteradas orientações e determinações sobre o saque ao fundo previdenciário desobedecidas, a Corte de Contas manda avisar que não é instituição figurativa.

Não sendo convidada para reuniões recentes onde se discutiram entre outros poderes formas de sacar recursos previdenciários, a Corte se exasperou. 

Topou reprovar as contas.

Tinha argumento técnico e motivação política. Mais essa que aquele.

É questão de dias para surgir a questão do impeachment, que virá ancorada no discurso da intransigente necessidade do cumprimento das regras.

Mais do que de regras, precisamos de novos fins e valores. Isso, as instituições que aí estão, maculadas pelo peso abusivo do poder econômico e pela disseminação do cinismo, não podem nos dar.
A missa solene em ação de graças pelo aniversário de 55 anos de emancipação política de Guamaré, celebrada na noite deste domingo, 7, data do aniversário da cidade, foi marcada pela conclamação do pároco Flávio Bezerra para a união da classe política em favor da cidade.

“Abram os seus corações para o amor, a união, o perdão e a paz”, disse padre Flávio, chamando atenção dos fieis, para a necessidade do desarmamento da classe política e da comunidade, numa referência clara aos últimos acontecimentos na cena política local, que dividiu a cidade. “Guamaré precisa seguir sua história e crescer com as famílias em paz”, conclamou.

Agradecimento
Ao lado da vice-prefeita, a professora Iracema, o prefeito Hélio Miranda falou no final da missa para os fiéis que lotavam a igreja. “Quero agradecer o apoio da minha família, dos vereadores e dos amigos que tem ficado ao nosso lado e estender as mãos aos que desejem somar com o nosso projeto.

Guamaré é maior que qualquer divergência, que venham muitos outros aniversários com a união do seu povo”, disse o prefeito.No final da missa, aconteceu o hasteamento de bandeiras na praça em frente à Matriz de Nossa Senhora da Conceição e o corte do tradicional bolo de aniversário. O prefeito Hélio Miranda compartilhou o bolo inicialmente com as crianças presentes ao evento e, em seguida com a sua equipe de auxiliares, vereadores e o público que compareceu em massa ao evento religioso e ao ato cívico.
com imagem de Josivan Dantas